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Rearview Mirror |
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Sexta-feira, Novembro 05, 2004
A (in)consciência de um eleitor Desde que me conheço por gente eu voto NULO. O motivo é apenas 1, o de não acreditar que os políticos sejam seres honestos. Digo e repido que a lei deveria ser diferente pra político: todo político é culpado a menos que se prove o contrário. Políticos, podem me chamar do que quiser, de cidadão inconsequente, displicente, ignorante e o que mais quiser. Mas eu não tenho problemas para dormir à noite. Convenhamos, todos partidos têm sujeira e, se algum dia eu fosse virar político, eu não me filiaria a nenhum partido existente. Então como vou votar num cara que pertence a um partido como PT, PDT, PSDB, PSB e tantos (todos) outros??? Nãoooo, muuuuuito obrigado, quero mais é que roubem mesmo, roubem muito, roubem tudo, a ponto de não sobrar nada pra ninguém e virarmos uma nova Argentina e então toda essa escória política vá embora do país tentar roubar um pouquinho mais lá fora. E aí quem sabe algum dia, e talvez por completa falta de opção, gente séria se voluntarie em prol de melhorar o país onde vive. Pode me chamar de anarquista e revoltado. Mas tapado eu não sou. Dá-lhe Paralamas: "(...) Pra fazer justiça uma vez na vida Eu me vali deste discurso panfletário Mas a minha burrice faz aniversário Ao permitir que num país como o Brasil Ainda se obrigue a votar por qualquer trocado Por um par se sapatos, um saco de farinha A nossa imensa massa de iletrados Parabéns, coronéis, vocês venceram outra vez O congresso continua a serviço de vocês Papai, quando eu crescer, eu quero ser anão Pra roubar, renunciar, voltar na próxima eleição Se eu fosse dizer nomes, a canção era pequena João Alves, Genebaldo, Humberto Lucena De exemplo em exemplo aprendemos a lição Ladrão que ajuda ladrão ainda recebe concessão De rádio FM e de televisão Rádio FM e televisão Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou São trezentos picaretas com anel de doutor" Esse post eu devo ao Rafael, que me inspirou com o Vergonha!, escrito pelo próprio.
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